
A Reforma das Universidades Federais será, talvez, a mudança mais radical no Brasil dos anos 2000 e contribuirá para a queda da qualidade do ensino público e a conseqüente melhoria do ensino superior privado.
O Governo pretende substituir o concurso vestibular pelo Novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Esse exame terá cerca de 200 questões, além da prova de redação, divididas por áreas diferentes, como: estudos sociais, biomédicas, tecnologia, além de outras. Cada questão abordará várias matérias misturadas, a chamada interdiciplinaridade. Segundo o posicionamento do Ministro da Educação, o aluno não precisará saber matérias ou fórmulas, pois todas poderão ser resolvidas através do raciocínio lógico.
Serão criadas mais algumas Universidades Federais. Os professores serão obrigados a ter o diploma de Licensiatura na área em que ensinam, pois 40% dos educadores possuem diplomas técnicos atualmente.
As cotas para estudantes de escolas públicas, negros e índios serão uma realidade. Juntos, representarão metade das vagas em Instituições Públicas de Ensino Superior.
A escolha do candidato não se baseia mais na capacidade de raciocínio dele e sim na cor da pele. Isso ressussitará o fantasma do racismo no Brasil. O Novo Enem será muito mais fácil que os atuais vestibulares, contribuindo para que o candidato tenha que acertar um número exorbitante de questões não errar nada na redação, mas com as cotas isso nao acontecerá, logo o nível de conhecimento de quem ingressa na Universiade diminuirá, logo o nível dos cursos diminuirão e elas ficarão sucateadas. Quem se beneficiará com isso são as Instituições Privadas, onde aspirantes a médicos pagam R$ 4.000,00 por mês.
Eu costumava dizer que a única coisa a prova de corrupção nesse país era o vestibular. Eles conseguiram de novo.
